segunda-feira, Agosto 01, 2005

21. Pergunta aos candidatos à CM Coimbra

Pergunta apresentada aos candidatos
a presidente da Câmara Municipal de COIMBRA

. Dr. Carlos Encarnação (PSD)
. Dr. Jorge Gouveia Monteiro (CDU)
. Dr. Vítor Baptista (PS)

em 14 Julho 2005,
com prazo para resposta a terminar em 29 do mesmo mês.
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Veja aqui
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20. Pergunta aos candidatos à CM Porto

Pergunta apresentada aos candidatos
a presidente da Câmara Municipal do PORTO
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. Dr. Rui Sá (CDU)
. Dr. Francisco Assis (PS)
. Dr. Rui Rio (PSD)
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em 12 Julho 2005,com prazo para resposta a terminar em 27 do mesmo mês.
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ver aqui
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19. O cidadão FJ Silva Sousa escreveu ao Cidadania em Acção

Efectivamente, o cidadão JF Silva Sousa escreveu ao Cidadania em Acção, criticando o movimento por não permitir a inserção directa de comentários.
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O movimento respondeu já.
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Da mensagem inicial e da resposta fica aqui testemunho directo.
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quarta-feira, Julho 27, 2005

18. O candidato Catarino Costa continua a não responder

Desde a nossa resposta, dada no mesmo dia (22 do corrente) em que recebemos a mensagem do candidato à presidência da Câmara Municipal de Setúbal, Luís Catarino Costa (PS), na qual alegava diversas razões para não ter respondido (relembre aqui), decorreram já cinco dias.

Como até agora continuou a não haver qualquer resposta à pergunta inicial, ao contrário do que aquele senhor se comprometera - nem tão pouco foi apresentada qualquer justificação para o efeito - parece razoável concluir pela inaceitabilidade das razões alegadas pelo candidato, que mais parecem configurar tentativa de diversão, para se subtrair a uma resposta concreta ao que lhe foi perguntado.

Cidadania em Acção mantém, todavia, a mesma posição. Tão logo o candidato, verificada a não fundamentação das razões alegadas, se disponha a responder, de imediato dará a conhecer o conteúdo da resposta.

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17. Pergunta aos candidatos à CM Lisboa

A pergunta endereçada aos candidatos a presidente da Câmara Municipal de Lisboa não obteve a gentileza de qualquer resposta, como se pode conferir aqui.
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Cidadania em Acção reitera o que já antes disse. Tinha alguma expectativa, mas não demasiada, dados os hábitos arreigados na sociedade política portuguesa. Assim, não fica demasiadamente frustrada.
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Porque se impôs a missão de combater determinadas práticas que dificilmente se compaginam com o espírito democrático que deve presidir às relações entre as sociedades política e civil, não desistirá, até que as pessoas se convençam da necessidade de responderem ao que legitimamente lhes é perguntado, como ditam as regras, ainda que não escritas, de uma sociedade responsável.
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sexta-feira, Julho 22, 2005

16. Luís Catarino Costa enviou-nos uma mensagem

Sim, o candidato do PS a presidente da Câmara Municipal de Setúbal, que não respondera à pergunta que Cidadania em Acção lhe endereçara, posto perante a notícia a que se refere o post anterior a este, o nº 15, enviou-nos uma mensagem.

Respondemos-lhe já. Do conteúdo de ambos os textos, damos conta aqui.
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15. Pergunta aos candidatos à CM Setúbal

Respeitando compromisso em devido tempo assumido, Cidadania em Acção vem hoje dar conta de pergunta que endereçou aos principais candidatos a presidente da Câmara Municipal de Setúbal e dos resultados da iniciativa. Aqui.
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quarta-feira, Julho 20, 2005

14. Pergunta ao Sr. Governador do Banco de Portugal

O texto que segue transcreve a carta que, em 4 de Julho corrente, Cidadania em Acção - movimento cívico - enviou ao Exmo Governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio, pelos motivos constantes da mesma: SEGUE
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sexta-feira, Julho 15, 2005

13. O Independente de hoje e um esclarecimento nosso

Sob o título Autoconstâncio e com chamada de grande destaque à 1ª página, o semanário O Independente, refere, na edição de hoje, o caso da frota automóvel recentemente adquirida pelo Banco de Portugal.

Embora não tenha havido qualquer tipo de contacto entre o movimento Cidadania em Acção e o referido semanário, acerca do assunto, tendo em atenção o tema em causa, foi achado por bem que - cuidando de não subverter as regras do jogo com os nossos questionados, presentes ou futuros – se dê a conhecer o seguinte:

Em 4 de Julho corrente – há, portanto, 11 dias – remetemos ao senhor governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio, um questionário que versava exactamente o assunto em causa.

Não vamos, aqui e agora – até mesmo porque estamos amarrados a um compromisso que nós próprios estabelecemos – dar a conhecer o teor do que perguntámos a Vítor Constâncio.

Limitamo-nos, pois – e apenas porque surgiu a manchete de O Independente, razão suficiente, julgamos, para que se justifique este pequeno apontamento –, a divulgar a circunstância de, em devido tempo, termos questionado aquele senhor sobre o tema em apreço.

Esclarecemos igualmente que, até 19 do corrente, aguardamos a resposta que uma correcta postura social e democrática certamente obrigará a que nos seja endereçada.

Deste modo, ao assunto apenas voltaremos a referir-nos, com todos os pormenores, a partir do próximo dia 20.

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quinta-feira, Julho 14, 2005

12. Apelo

A circunstância de irmos parar um pouco – como ficou dito no post anterior - não impede que nos faça chegar, caro leitor, questões que entenda merecerem ser tratadas, tanto para serem confrontadas com os seus autores ou responsáveis, no sentido de que as corrijam, como para servirem de exemplo, se for caso disso.

E isto, porque não queremos limitar a nossa acção à crítica do que está mal, mas, de forma igual, pretendemos aplaudir o que está bem, dando mesmo incentivo a actuações correctas, para que em Portugal se institua uma atitude afirmativa, que aplauda quando seja de aplaudir e reprove quando seja de reprovar, sempre em termos construtivos, democráticos.

Contamos consigo!

Não se deixe ficar em atitude passiva, à espera de que alguém faça o que, em Democracia, a todos em geral e a cada um em particular compete. Agora que tem a possibilidade de fazer algo que não apenas assistir como espectador não interveniente, uma vez que existe alguém que está disposto a dar voz aos seus anseios, esperanças, desilusões, recriminações e aplausos, não deixe que outros cumpram um dever que é apenas seu. Porque se o fizerem, podem estar a cumpri-lo mal, não como o caro concidadão pretende que seja cumprido.

Não podemos passar o tempo a criticar, entendendo que a culpa é sempre dos outros se, ao termos possibilidade de contribuir para que Portugal seja um país melhor, nos furtarmos a dar a nossa colaboração. Não concorda?

Pedimos-lhe que interiorize esta conceito elementar e vital, em Democracia:

Os decisores - políticos ou outros - de um país serão sempre uma emanação do conjunto dos cidadãos desse mesmo país. Valerão, pois, o que valer a sociedade em que se integram. Cabe a essa sociedade, cabe a cada um dos cidadãos que a compõem fazer com que os decisores sejam cada vez melhores, actuando em defesa dos interesses do todo em que se inserem. O cidadão comum não pode, pois e sob pena de indesculpavelmente faltar aos deveres a que está obrigado, assumir atitude de laxismo que será sempre, pelo menos, conivente com o que de mal acontece no país.

Com que legitimidade pode alguém criticar acção ou omissão seja de quem for, se lhe faltar a força moral de, a priori, ter cumprido a parte que lhe compete?

Uma comunidade civicamente consciente e actuante, actua mesmo; não se deixa ficar, "à espera de que, quem está no poder, tudo decida, porque só quem lá está é que sabe". Além de uma falsidade, isso é revelador de atitude de povos menorizados, porque submetidos a regimes ditatoriais, aprisionadores de consciências e sufocadores de mentalidades. Não é o nosso caso, pelo que nada autoriza a que tenhamos semelhante postura.

Lamentável é que, em três décadas, várias gerações de políticos não tenham sabido criar nos cidadãos, como lhes competia, esta necessidade de afirmação cívica, tanto individual como colectiva. Porque essa seria a sua primeira tarefa, a tarefa primordial, a tarefa essencial, a tarefa impostergável. Desde os bancos da escola.

Se não o fizeram, porém, porque não souberam ou não lhes conveio, mister é que os portugueses acordem da letargia em que têm estado mergulhados e se assumam cidadãos de pleno direito de sociedade de corpo inteiro, de maior idade, democrática.

Não basta dizer-se que se vive em Democracia. Palavras, o vento leva-as, como tem levado as das sucessivas, miríficas e pouco respeitáveis promessas, que, eleição após eleição, de há três décadas para cá nos conduziram à situação humilhante em que nos encontramos.

É necessário que se viva em Democracia, que se actue em Democracia, que se obrigue a que se assumam comportamentos democráticos. Se assim não for feito, a Democracia que tanto se afirma não passará de uma mascarada de carnaval, que acabará na quarta-feira seguinte à passagem do corso da nossa vergonha.

Em cinzas, para mais e como se já não bastasse tudo o resto!...
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11. Hoje enviámos mais 3 questionários. Amanhã…

Mais três questionários foram enviados hoje.
Outros três seguirão amanhã.

* * *

Depois, iremos parar, atendendo a que Agosto está a entrar e é conveniente deixar que os políticos (e outros) descansem também um pouco, para que regressem mais frescos e com ideias arejadas, para bem da comunidade.
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terça-feira, Julho 12, 2005

10. Foi recebida a primeira resposta

O cidadania em acção recebeu hoje a primeira resposta aos questionários que tinha enviado a políticos.

O autor da resposta é o candidato Fernando Negrão, independente, cabeça da lista do Partido Social Democrata, concorrente ao executivo municipal de Setúbal.

A resposta está a ser analisada e será aqui publicada logo que recebamos as outras duas respeitantes ao mesmo tema ou uma vez terminado o prazo, o que acontecerá em 19 do corrente.
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9. Mais três questionários foram enviados

É verdade.

Mais três questionários foram enviados aos respectivos destinatários.

Assim, aguardaremos as respostas até ao dia 27 do corrente mês de Julho.
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sexta-feira, Julho 08, 2005

8. Acabam de seguir os 4 questionários anunciados

De acordo com o que ontem informámos, acabam de ser enviados mais 4 questionários, para outras tantas personalidades políticas.

Vamos aguardar as respectivas respostas até 25 do corrente.
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quinta-feira, Julho 07, 2005

7. Amanhã haverá mais

Amanhã seguirão para os seus destinos mais 4 questionários. Ficarão, deste modo, completados um total de 8. Logo que enviados, do facto aqui daremos notícia.

* * *

Entretanto, agradecemos uma vez mais que - através do email do cidadania em acção, que consta deste blog - nos faça chegar assuntos de que tenha conhecimento, para que deles possamos tomar boa nota e seguidamente tratar, sendo caso disso

Aceitamos de igual modo e boa vontade, temas relacionados com más práticas e comportamentos ao nível público, que devam ser reprovados, como de boas práticas e comportamentos que possam servir de exemplo a ser apontado.

Firmamo-nos na sua disponibilidade e vontade de contribuir para uma sociedade portuguesa mais aberta, transparente, justa, solidária, humanista, enfim!

Não será motivo de grande serenidade - que a noção do dever cumprido sempre proporciona - constatar que, não obstante tantas queixas que sempre ouvimos, uma vez chegado o momento da verdade, de actuar consequentemente, quando alguém a tal se propõe, as pessoas se refugiem no seu casulo, demitindo-se de provarem a sua razão para a insatisfação de que se dizem alvo, mesmo sabendo que, digam o que nos disserem, estarão sempre protegidas, tendo em atenção o modo como agimos.
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terça-feira, Julho 05, 2005

6. Mais questionários na forja

Temos mais questionamentos na forja. Para muito em breve.

* * *

Entretantro e tendo em atenção o que estipula o ponto 6 do post Adesão e colaboração, que se transcreve

6. De igual modo, cidadão que tenha conhecimento de procedimentos públicos que, por qualquer motivo, lhe pareça deverem ser publicitados, como exemplo de boas práticas e comportamentos a seguir, deverá – também pelo email deste blog - fazer chegar o assunto (com factos, designação de entidades e nomes de pessoas envolvidas) ao Movimento, a fim de que cidadania em acção divulgue tais factos, comprovativos de que nem tudo é mau no nosso País, havendo pessoas e instituições que, pela sua prática, se distinguem pela positiva, servindo de exemplo de procedimento adequado à construção da sociedade desenvolvida e de saudável convívio entre todos que almejamos.

agradecemos a quem souber de facto que entenda dever ser apontado como exemplo de práticas correctas, que dele nos dê conta, a fim de que possamos dá-lo a conhecer publicamente.
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segunda-feira, Julho 04, 2005

5. Enviado o novo questionameno

Como noticiámos ontem, estávamos a preparar novo questionamento, que tencionávamos enviar hoje.

Pois bem, aqui estamos a dar notícia do seu envio à entidade em questão, há pouco, mais precisamente às 11:09 horas.

Pelos motivos já referidos várias vezes, não indicaremos, por agora, de quem se trata e qual o assunto em apreço. Fá-lo-emos tão logo recebamos resposta ou, a partir de 19 do corrente, caso não haja réplica, nem nos chegue justificação para que não haja.

domingo, Julho 03, 2005

4. Novo questionamento

Estamos a preparar novo questionamento, agora relativamente a outra entidade.

Será enviado amanhã, altura em que daremos notícias do envio.

Uma vez mais nada poderemos dizer quanto à matéria de que trata nem à entidade e pessoa a quem é dirigida, o que, nos termos em que nos propusémos, será feito, após o recebimento da resposta ou depois de ter sido esgotado prazo de 15 dias para que ela seja recebida.
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sexta-feira, Julho 01, 2005

3. Começámos...

Como havíamos prometido, aqui estamos a dar notícias.

Hoje, pelas 14 horas, enviámos o três primeiros questionários.

Não nos é possível informar acerca de que matéria tratavam, nem sequer das pessoas a quem foram dirigidos, uma vez que nos comprometemos - perante nós próprios e dessa circunstância tendo feito cientes os questionados - a manter tudo no mais rigoroso sigilo até que recebamos resposta ou, passados 15 dias, contados de hoje, não a tenhamos recebido nem qualquer justificação para que não tenha havido.

Partimos da premissa, que nos parece a mais correcta, de que frontalidade não significa gritaria nem menos respeito pelas pessoas, pelo que não está no nosso espírito usar de métodos, que reprovamos, de gratuita agitação de massas, preferindo postura mais séria e contida, na nossa perspectiva mais eficaz e própria de sociedade democrática. Até porque retira motivos de recusa, por injustificados.

Vamos, pois, aguardar serenamente, e logo veremos o que acontece. As intenções são boas, os meios, julgamos que os adequados, a forma, entendemos que a melhor. O futuro dirá se temos ou não razão.

Uma coisa fica certa. Damos tratamento sério e correcto. Dependerá de quem assim tratamos, continuarmos ou não nesta senda.
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terça-feira, Junho 28, 2005

2. Adesão e colaboração

logo do Movimento
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Como aderir e colaborar


Cidadania em acção – movimento cívico e apartidário – conta já com a adesão de vários bloguistas e bem assim de outras pessoas que, embora não dispondo de blogs próprios, pautam a sua acção pela inserção de comentários ou tomam conhecimento do conteúdo das mensagens inseridas nos vários blogs portugueses.


Adesão

Qualquer bloguista que entenda justa e necessária a existência de cidadania em acção e que, por esse facto, pretenda aderir, poderá e deverá fazer inserir no seu blog o logotipo do Movimento, que está afixado neste blog, para o que bastará que do mesmo faça um copy & paste.

Dará, deste modo, a saber a todos quantos visitem o seu blog, que é apoiante e colaborador do cidadania em acção.

No caso de não possuir blog, a sua adesão poderá fazer-se mediante mensagem a dirigir a cidadania em acção, através do endereço electrónico que estará disponível neste blog, declarando que autoriza que o seu nome e a adesão sejam, ou não, divulgados nessa qualidade.

Em tempo oportuno será divulgada lista de aderentes que não tenham usado da prerrogativa da reserva de identidade.


Colaboração

A actuação principal de cidadania em acção passa pelo questionamento dos procedimentos de entidades e personalidades públicas, cujo desempenho de cargos igualmente públicos, provoque a necessidade de esclarecimento geral, relativamente a factos que cheguem ao conhecimento do Movimento.

Assim,

Qualquer cidadão que tenha conhecimento de procedimentos públicos que, por qualquer motivo, lhe pareça necessitarem de esclarecimento democrático a ser prestado aos portugueses, deverá - através do email deste blog - fazer chegar o assunto (com factos, designação de entidades e nomes de pessoas envolvidas) ao Movimento, a fim de que, após a necessária ponderação e decidido o questionamento, cidadania em acção se dirija directamente ao(s) visado(s), a fim de obter o esclarecimento devido.


Trâmites do questionamento

1. Uma vez decidido o questionamento, cidadania em acção remeterá à entidade/pessoa em causa, questionário acerca dos factos que lhe tenham sido relatados, solicitando-lhe que, em determinado prazo, normalmente 15 dias, os confirme ou infirme, em qualquer dos casos justificando a posição.

2. Obtida resposta ou decorrido o prazo sem que ela se verifique, do facto será então - e nunca antes - dado conhecimento geral, por publicação no blog do Movimento ou por quaisquer outros meios que o Movimento julgue adequados.

3. Dos trâmites deste procedimento será dado conhecimento à entidade ou pessoa questionada, quando do questionamento.

4. Sendo o caso de, em seu avisado critério, o núcleo de decisão do Movimento, entender que a alegação que lhe chegou não corresponde à verdade ou não justifica uma actuação como a que o Movimento se propõe prosseguir - ou por qualquer outro motivo ponderoso - do facto será dado conhecimento sigiloso ao alegante, pelo que qualquer pedido ou sugestão de averiguação deve fazer-se acompanhar de endereço electrónico da pessoa que tomou a iniciativa.

5. Cidadania em acção tomará as providências adequadas para que, até ao limite do possível, se salvaguarde a reserva de identidade da pessoa de quem partiu a iniciativa, no caso de tal reserva ter sido solicitada.

6. De igual modo, cidadão que tenha conhecimento de procedimentos públicos que, por qualquer motivo, lhe pareça deverem ser publicitados, como exemplo de boas práticas e comportamentos a seguir, deverá – também pelo email do Movimento - fazer chegar o assunto (com factos, designação de entidades e nomes de pessoas envolvidas) ao Movimento, a fim de que cidadania em acção divulgue tais factos, comprovativos de que nem tudo é mau no nosso País, havendo pessoas e instituições que, pela sua prática, se distinguem pela positiva, servindo de exemplo de procedimento adequado à construção da sociedade desenvolvida e de saudável convívio entre todos, que almejamos.

2005 Junho 28

cidadania em acção
- movimento cívico -

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segunda-feira, Junho 27, 2005

1. Princípios e objectivos

logo de Cidadania em Acção
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Princípios e objectivos

Tendo em atenção a situação extremamente difícil com que Portugal está defrontado, cujas causas e responsabilidades se encontram enunciadas no comunicado É tempo de agir!, transcrito em Design de Intervenção, O Sítio do Ruvasa e Terras de Azurara, os bloguistas Azurara, Ruvasa, Sulista e Tira Nódoas, - verificada a impossibilidade de prosseguimento, por inesperadas e não superadas dificuldades técnicas, do “Movimento Cidadão Atento” – reunidos agora em

cidadania em acção
movimento cívico e apartidário

que se bate
pela gestão criteriosa e isenta dos recursos públicos
e pela moralização da política portuguesa

que decidiram criar, anunciam publicamente que a sua actuação será pautada pela estrita observância de princípios de clareza, transparência e frontalidade de acção, que passará pelo questionamento dos procedimentos de entidades e personalidades públicas, no desempenho de cargos igualmente públicos, que cheguem ao seu conhecimento e que, por qualquer motivo, devidamente ponderado, se lhes afigure necessitarem de esclarecimento democrático a prestar aos cidadãos portugueses.

Esse questionamento observará as necessárias cautelas, no sentido de que jamais seja posta em crise a honorabilidade de instituições, entidades ou pessoas, mas sem que tal circunstância inviabilize o objectivo, que é uma exigência, de obter e colocar à disposição do público em geral os esclarecimentos indispensáveis, no respeito devido a sociedade que se pretende democrática e que nessa configuração reclama ver-se reconhecida.
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Não se esgota a nossa intenção, porém, no apontar das más práticas e de questionar quem por elas seja responsável.

Pretendemos ir mais longe e divulgar igualmente o que de positivo se vai fazendo em Portugal, atribuindo aos seus autores os méritos que lhes são próprios.
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Porque os Portugueses estão saturados de tantas dificuldades e maus desempenhos, precisando de algo que lhes dê alento e os leve a acreditarem nas virtualidades das instituições que temos, nas potencialidades das pessoas que somos, no povo excelente que constituímos, na sociedade que queremos construir para os nossos descendentes.

Se outros meios de comunicação social, que teriam a obrigação de o fazer, ostracizam esse seu dever inafastável, não teremos qualquer dúvida em assumirmos nós a digna tarefa.

2005 Junho 28

cidadania em acção
- movimento cívico -
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