segunda-feira, junho 27, 2005

1. Princípios e objectivos

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Princípios e objectivos

Tendo em atenção a situação extremamente difícil com que Portugal está defrontado, cujas causas e responsabilidades se encontram enunciadas no comunicado É tempo de agir!, transcrito em Design de Intervenção, O Sítio do Ruvasa e Terras de Azurara, os bloguistas Azurara, Ruvasa, Sulista e Tira Nódoas, - verificada a impossibilidade de prosseguimento, por inesperadas e não superadas dificuldades técnicas, do “Movimento Cidadão Atento” – reunidos agora em

cidadania em acção
movimento cívico e apartidário

que se bate
pela gestão criteriosa e isenta dos recursos públicos
e pela moralização da política portuguesa

que decidiram criar, anunciam publicamente que a sua actuação será pautada pela estrita observância de princípios de clareza, transparência e frontalidade de acção, que passará pelo questionamento dos procedimentos de entidades e personalidades públicas, no desempenho de cargos igualmente públicos, que cheguem ao seu conhecimento e que, por qualquer motivo, devidamente ponderado, se lhes afigure necessitarem de esclarecimento democrático a prestar aos cidadãos portugueses.

Esse questionamento observará as necessárias cautelas, no sentido de que jamais seja posta em crise a honorabilidade de instituições, entidades ou pessoas, mas sem que tal circunstância inviabilize o objectivo, que é uma exigência, de obter e colocar à disposição do público em geral os esclarecimentos indispensáveis, no respeito devido a sociedade que se pretende democrática e que nessa configuração reclama ver-se reconhecida.
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Não se esgota a nossa intenção, porém, no apontar das más práticas e de questionar quem por elas seja responsável.

Pretendemos ir mais longe e divulgar igualmente o que de positivo se vai fazendo em Portugal, atribuindo aos seus autores os méritos que lhes são próprios.
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Porque os Portugueses estão saturados de tantas dificuldades e maus desempenhos, precisando de algo que lhes dê alento e os leve a acreditarem nas virtualidades das instituições que temos, nas potencialidades das pessoas que somos, no povo excelente que constituímos, na sociedade que queremos construir para os nossos descendentes.

Se outros meios de comunicação social, que teriam a obrigação de o fazer, ostracizam esse seu dever inafastável, não teremos qualquer dúvida em assumirmos nós a digna tarefa.

2005 Junho 28

cidadania em acção
- movimento cívico -
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